Virei telespectadora da vida... dos outros.
E agora, viciada, quero parar.
Quero re-traçar minha vida. Quero poder assisti-la sem nunca pausar.
É que cansa.
Mas o que não cansa?
Prosseguir é preciso.
E eu quero muito retomar as coisas... Vou tentar, pouco a pouco, encaixar as coisas novamente.
Me sentir firme no chão.
Porque essa segurança, de ter o chão, é preciso, para assim voar.
Voar com liberdade.
Ah, preciso.
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